Para ler:

A Invenção de Hugo Cabret

A invenção de Hugo Cabret

Texto e ilustrações de Brian Selznick, que inspiraram o belo filme de Martin Scorsese. Totalmente recomendado, não foi à toa que virou filme. Os desenhos, maravilhosos, não são apenas ilustração, mas compõem a narrativa. Fantástico para quem gosta das letras e para quem gosta das imagens. É um bom presente para qualquer idade.

A invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick

Para ouvir:

Sortimento

Difícil afirmar isso, principalmente pra uma fã tão incondicional como eu, mas tenho considerado muito a possibilidade de encarar o Sortimento como o melhor disco da Zélia Duncan. Diria que é um dos discos obrigatórios de quem gosta da “nova” música brasileira.

Para ver:

Ponte para Terabitia

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É um belo filme. Aos que dizem que não é para crianças, acho que posso dizer que as crianças que eu vi assistirem gostaram tanto, que repetem seguidas vezes. Um filme sobre amizade, sobre amor e sobre como dar a volta por cima.

Ponte para Terabítia

Encantada ou enfeitiçada?

17 de setembro de 2013

Fiz um breve ensaio sobre essas duas palavras, nos últimos dias. Feitiço quase sempre (me) lembra coisa ruim. “Está enfeitiçado”, “precisamos quebrar o feitiço”. Encantamento parece uma coisa boa. O Reino Encantado das Águas Claras, o Príncipe Encantado, “aquela pessoa é encantadora”. Os dois têm esse teor mágico, mas um é nocivo.

Parece que estar enfeitiçado é estar fora do comando de si mesmo, estar preso a alguma coisa. Mesmo que você veja que algo está errado, não consegue se desvencilhar. Estar encantado, ao contrário, é ver o que há de bonito, o charme, as qualidades. Não há venda nos olhos. Ao contrário, há uma luz que lhe permite ver além da superfície, ver o que nem todos podem ver. Mas sem ilusão.

Pode ser só uma fase melosa, ridícula e orgulhosamente apaixonada – “some people wanna fill the world with silly love songs, and what’s wrong with that?” – mas estou muito mais feliz por ter quebrado um feitiço e voltado a ver com meus olhos de encantamento. Combina bem mais com aquela que eu escolhi ser.

E, bem, não sei de quem é essa frase (e estou com preguiça de pesquisar), mas estou assim neste momento: “que seja eterno enquanto dure”.

Por umaborboleta em Sem categoria | 1 Comentário »

Um comentário para “Encantada ou enfeitiçada?”

  1. Zamorim disse:

    Te amo!
    Continuo me apaixonando por você…

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