Para ler:

A Invenção de Hugo Cabret

A invenção de Hugo Cabret

Texto e ilustrações de Brian Selznick, que inspiraram o belo filme de Martin Scorsese. Totalmente recomendado, não foi à toa que virou filme. Os desenhos, maravilhosos, não são apenas ilustração, mas compõem a narrativa. Fantástico para quem gosta das letras e para quem gosta das imagens. É um bom presente para qualquer idade.

A invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick

Para ouvir:

Sortimento

Difícil afirmar isso, principalmente pra uma fã tão incondicional como eu, mas tenho considerado muito a possibilidade de encarar o Sortimento como o melhor disco da Zélia Duncan. Diria que é um dos discos obrigatórios de quem gosta da “nova” música brasileira.

Para ver:

Ponte para Terabitia

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É um belo filme. Aos que dizem que não é para crianças, acho que posso dizer que as crianças que eu vi assistirem gostaram tanto, que repetem seguidas vezes. Um filme sobre amizade, sobre amor e sobre como dar a volta por cima.

Ponte para Terabítia

O passado é uma roupa que não me serve mais

5 de setembro de 2013

Ainda as músicas.

A cabeça cheia faz isso mesmo: o pensamento não para, não dá folga. Por vezes é bom, ou melhor, em alguns momentos é bom. Em outros, fica um monte de associações que não encontram todas as respostas, e precisariam de alguém para ajudar a encontrá-las. Alguém que sabe fazer isso. Um analista. Fui atrás, mas corri, conscientemente. “Está vacilando?”, ele me perguntou. Sim, estou. Deliberadamente vacilando.

A questão é: eu sei aonde tudo isso vai me levar. Eu já estive lá. Já lidei com isso, e foi duro, embora eficaz. E depois eu arrumei um outro jeito de lidar com essa dor, que foi o Espiritismo. Depois da análise, foi outro grande marco em minha vida. Essencial, eu diria. E aí eu me pergunto: vou atrás de mexer com tudo de novo, ou vou seguir em frente, trabalhar em prol do bem, para os outros, mas sabendo, como eu já sei, que estou trabalhando para mim também? Eu já sei que o trabalho voluntário me faz bem. Já sei que ir à SEAE me faz bem. “Você está fugindo de novo daquilo que te faz bem”, foi o que eu ouvi. E não é que estou mesmo?

Tudo estava leve, tranquilo. Não estava nada parado, havia movimento. Havia a tristeza e as dificuldades, mas havia esse jeito bom de lidar com elas, aquele jeito baseado na assertiva “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”. Fiz uma opção por não sofrer, e isso não significou ignorar a dor, mas lidar com ela de forma positiva. Essa é a Vanessa em que me transformei, e estava muito satisfeita com ela. E é ela que eu preciso reencontrar.

Por isso essa frase musical é o brainworm do momento: “No presente, a mente, o corpo é diferente, e o passado é uma roupa que não me serve mais”.

Por umaborboleta em Sem categoria | Nenhum comentário »

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© Vanessa Pacheco, Brasília, 2000
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