Para ler:

A Invenção de Hugo Cabret

A invenção de Hugo Cabret

Texto e ilustrações de Brian Selznick, que inspiraram o belo filme de Martin Scorsese. Totalmente recomendado, não foi à toa que virou filme. Os desenhos, maravilhosos, não são apenas ilustração, mas compõem a narrativa. Fantástico para quem gosta das letras e para quem gosta das imagens. É um bom presente para qualquer idade.

A invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick

Para ouvir:

Sortimento

Difícil afirmar isso, principalmente pra uma fã tão incondicional como eu, mas tenho considerado muito a possibilidade de encarar o Sortimento como o melhor disco da Zélia Duncan. Diria que é um dos discos obrigatórios de quem gosta da “nova” música brasileira.

Para ver:

Ponte para Terabitia

ponte-para-terabitia-poster01

É um belo filme. Aos que dizem que não é para crianças, acho que posso dizer que as crianças que eu vi assistirem gostaram tanto, que repetem seguidas vezes. Um filme sobre amizade, sobre amor e sobre como dar a volta por cima.

Ponte para Terabítia

O destino, as estradas

3 de abril de 2013

Estudar a Doutrina Espírita me proporcionou muitas coisas boas. Posso afirmar sem sombra de dúvida que sou uma pessoa bem melhor hoje que há 3 anos. Posso até acreditar, em muitas ocasiões, que sou um milímetro melhor a cada dia. E não preciso ficar orgulhosa disso, tampouco preciso me desesperar ao pensar que ainda há tanto, tanto, mas tanto mesmo para aperfeiçoar.

Mas o que a Doutrina me trouxe de melhor foi compreender que o destino de todos é um só. Iniciamos a jornada juntos, mas há tantas estradas, tantos desvios, tantas bifurcações, que nem todos conseguimos caminhar juntos, pelo caminho mais curto. Entretanto, é muito consolador saber que, em qualquer que seja o trecho, há sempre uma placa, uma indicação para a estrada, digamos assim, principal (que ainda é imensamente longa, mas muito mais reconfortante). Basta querer enxergar, e lá está a placa, bem na direção dos nossos olhos.

Não quero causar a falsa impressão de que me iludo com a facilidade dessa estrada. Sei que ela não é fácil, e, dada a nossa tendência ao menor esforço, é importante que haja as dificuldades. É a melhor maneira de reconhecermos o valor da conquista. Mas o que eu descobri, ao me envolver emocional e racionalmente com a Doutrina Espírita, é que seguir nesse caminho é bom para mim mesma.

É bom procurar ter mais tolerância, menos revolta, procurar controlar a raiva, os excessos. É bom nos sentirmos bem ao lado das pessoas que nos cercam, e fazê-las sentirem-se bem ao nosso lado. É tão bom quanto um prato de salada fresca ou um suco de ameixa vermelha. É leve e tem um sabor que fica na memória genética, se é que isso é possível. E, sobretudo, é bom ver o lado bom das pessoas, e não só ter esperança, mas a certeza de que, por pior que estejam agindo no momento, sempre lhes serão visíveis as placas e sinalizações que levam a essa estrada principal rumo ao destino, natural a todos.

Não vejo outra forma de concluir esse pensamento, se não com as palavras de Chico Xavier que uso na assinatura dos meus e-mails:

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”

Por umaborboleta em Sem categoria | 1 Comentário »

Um comentário para “O destino, as estradas”

  1. Tatiana disse:

    É como eu comentei sábado passado na nossa reunião: é maravilhoso entender a misericórdia de Deus. Outra música do Graciosas Vibrações diz assim: “ele entende que eu posso errar e nunca deixa de me amar”. Por muitos e terríveis e frequentes e duradouros que sejam os nossos erros, o caminho do bem está sempre ali a nossa espera, pro momento em que decidirmos voltar.

Deixe um comentário


© Vanessa Pacheco, Brasília, 2000
Atualizado com o WordPress
Feito pelo Zamorim