Para ler:

A Invenção de Hugo Cabret

A invenção de Hugo Cabret

Texto e ilustrações de Brian Selznick, que inspiraram o belo filme de Martin Scorsese. Totalmente recomendado, não foi à toa que virou filme. Os desenhos, maravilhosos, não são apenas ilustração, mas compõem a narrativa. Fantástico para quem gosta das letras e para quem gosta das imagens. É um bom presente para qualquer idade.

A invenção de Hugo Cabret, de Brian Selznick

Para ouvir:

Sortimento

Difícil afirmar isso, principalmente pra uma fã tão incondicional como eu, mas tenho considerado muito a possibilidade de encarar o Sortimento como o melhor disco da Zélia Duncan. Diria que é um dos discos obrigatórios de quem gosta da “nova” música brasileira.

Para ver:

Ponte para Terabitia

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É um belo filme. Aos que dizem que não é para crianças, acho que posso dizer que as crianças que eu vi assistirem gostaram tanto, que repetem seguidas vezes. Um filme sobre amizade, sobre amor e sobre como dar a volta por cima.

Ponte para Terabítia

A Invenção de Hugo Cabret

4 de maio de 2012

A invenção de Hugo Cabret

No mês passado aconteceu em Brasília a nossa primeira bienal do livro. A estrutura era enorme, mas bem precária, embora tivesse água de graça e uma simpática tenda central de alimentação, sem muita variedade, mas com lugar para sentar e boa música. Não acompanhei os eventos com os escritores, que devem ter sido a parte mais legal da bienal. Mesmo assim, aproveitei para procurar bons livros. Demos uma verba para cada uma das meninas e deixamos que gastassem tudo com livros, com algumas sugestões e poucos vetos.

Para mim e Marcus, e para elas, também, claro, compramos A Invenção de Hugo Cabret, o original, não a edição que traz os atores do filme na capa.
Já tinha gostado da compra só de olhar a capa e lembrar da história. Mas ele é muito mais do que isso. É imperdível.

As ilustrações e o texto são do autor, Brian Selznick, que, no final, conta como foi que a ideia da história surgiu. Mesmo tendo visto o filme, fiquei emocionada com a aventura do menino. E muito, mas muito emocionada com as imagens. Talvez porque eu não sabia desenhar nada, sempre me impressiono com esse talento, quando o encontro em alguém (por exemplo, no meu irmão e compadre, Rômulo). E a profundidade dos olhares, o cuidado com os detalhes, com a ação na sequência de ilustrações, que acabam por compor a narrativa, sem palavras mesmo, em vários momentos do livro, isso para mim já teria valido, mesmo que a história fosse ruim.

O que não ocorre, já que é um texto dinâmico, emocionado. Uma homenagem preciosa ao cinema, à magia, à habilidade com as mãos e com mecanismos e engrenagens. Se hoje nos encantamos com a magia da computação gráfica, é um presente imaginar como era possível produzir-se encantamento com uma tecnologia totalmente mecânica.

Pena que minha habilidade com as palavras não seja suficiente para expressar meu encantamento. Só resta repetir: imperdível!

Por Vanessa em Para ler | Nenhum comentário »

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© Vanessa Pacheco, Brasília, 2000
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